FAKES, ACUSAÇÕES (EU) ME DEFENDO!

Texto por Raquel Zucchi

Caro (FAKE) Caio Messi;

Eu não o conheço, por isso tentarei, com educação, expor o meu conhecimento apenas para esclarecer algumas coisas. Veja: absolutamente nada pessoal.

Conheci Ernani em São Paulo, (minha terra natal, onde fui criada e formada – em Turismo pelo SENAC – e também através de experiência e cursos em produção cultural e artística. Trabalho em um evento de cultura tradicional paulista que, diga-se de passagem, é referencia para o país, junto à secretaria de cultura do Estado de São Paulo (evento esse que deveria receber o seu município com suas representações culturais, no entanto, a tradicionalidade por aí esta em baixa, digo, pouco valorizada sendo mesmo assim, riquíssima..). Cito estas informações por perceber que para você é de grande importância, mas saiba: as pessoas tem maior conteúdo sentimental e espiritual do que qualquer graduação).

Quando começava com trabalhos de difusão cultural, ele, o Ernani, já o fazia há tempos… E ainda, sempre com o foco na conscientização das pessoas, inclusive com atenção em cidadania. Nos tornamos muito amigos e dividimos anseios, expectativas e diversos projetos surgiram.

O que me impressiona não é sexo ou sexualidade alheia, mas sim essa mistura toda, marcando as pessoas em comentários. E comentários esses, que eu, Raquel, pude pessoalmente viver o contrário.

Eu fui para a sua cidade guiada pelo Ernani em 2009, tenho até hoje como recordação os arquivos de documentos com orientações, fatos da cidade de Rifaina que só valorizaram, “regras” de convivência e respeito ao local e moradores, colocadas de forma muito leve e descontraída… Na ocasião, realizamos um evento multicultural no teatro da cidade – lindíssimo, por sinal – e que levou um publico de aproximadamente 3 mil pessoas da região. Calculo feito com o método oficial da PM, baseado em imagens gravadas, SIM, tudo foi filmado.

Sobre esse evento encabecei a produção, junto com o produtor da TV Chilena Andrés Gonzales, Angela Gaeta e Ernani Baraldi na direção . Levamos grupos de percussão, teatro, artes visuais e interagimos com o grupo de sua cidade, trouxemos crianças com seus pais e avós para o espaço público. É a família unida para compartilhar informação. Lembro- me do então secretário de cultura, carinhosamente chamado pelo Ernani de Cézinha, arregaçando as mangas e ajudando a montar o palco, enquanto o de turismo torcia pra chover, sequer informações simples como aonde acender as luzes do teatro ele quis nos passar, disse: – ”esse evento é da cultura, pergunta ao secretário de cultura”.

Você conhece a expressão: “todos juntos somos fortes, somos um”? Pois é, foi esse momento vivido em Rifaina, no Janeiro de 2009. Na ocasião, o Sr. Digníssimo Secretário de Turismo de sua cidade deu uma entrevista para o jornal de Franca dizendo que esse evento era parte do programa dele (ok, trabalhamos mesmo pelo seu município) e aproveitou para declarar uma quantia em dinheiro completamente descabida para nossa realidade, dizendo que foi investido mais de R$ 40 mil reais. Esse foi o primeiro susto que tomei com a política exercida aí. Até então, eu não imaginava no tamanho do ego deste individuo, e se talvez, o prefeito soubesse dessa informação, que me parece ser estratégica e oportunista, ou até mesmo dos desvios, por que na realidade o projeto recebeu apenas R$ 3.500 (três mil e quinhentos reais)!

Tivemos o falecimento de uma moradora da sua cidade, achamos que o evento ia furar, mesmo depois do esforço único dos produtores na divulgação, mas pelo contrario, o evento foi lindo, sem atrasos e todos muito felizes.

Em 2011 realizamos o mesmo formato só que na cidade vizinha. QUEM GANHA? O publico, o povo que te elege, mas a sua cidade não, infelizmente Rifaina administrativa não. Sacramento ganha.

Quer saber o contraste? Fui para Sacramento passar a virada do ano (delicioso) e não pude deixar de passar em Rifaina para ver o teatro de arena.. QUE DECEPÇÃO! Foi triste de ver a sujeira que estava sua cidade (muito diferente do saudoso Encanta Vale de 2009), o abandono do teatro. E por IN-CRÍ-VEL que pareça, ao lado um palco gigante -”maior que a cidade”, para as festividades do ano novo. Sim, é muito legal qualquer iniciativa de entretenimento aberto ao publico e gratuito. Mas é a prova que você (quem ofende) não valoriza MESMO a sua cidade, o contrario do Ernani.

Me desculpe a franqueza, mas aquele palco, aquela sujeira e aquela programação normalmente esconde muito dinheiro declarado e depositado no caixa dois. A famosa lavagem de dinheiro, conhece? ATENÇÃO: não estou acusando, só constatando práticas comuns nestas características.

Mais uma vez, com muito cuidado, me intrometo na conversa por achar um tanto equivocada sua observação com relação ao Ernani e seus projetos. Dou minha cara a tapa por ter vivido (e ainda viver) uma história completamente diferente da que você expos em rede publica, nesta terra de ninguém que é a internet. E você, como representante deveria tomar mais cuidado, pensar no povo sem imediatismos (que dão o peixe e nunca ensinam como pescar, saca?) e não sair por aí falando sobre o que desconhece, principalmente se alguém como eu, que conhece bem, puder ler.

Para finalizar: Se o Ernani esta na merda por aí como você disse, por que do sucesso de seus projetos? Sucesso no seu trabalho, e ainda, sucesso nos projetos que continuam aqui em São Paulo, mesmo com ele á distancia? Cansei de ver ele receber diversas propostas, mas o rapaz tem objetivo, pensa à frente, e voltou a viver em Rifaina porque perdeu sua irmã com câncer. O que deve ser bem difícil para você entender.

Gostaria muito que ele estivesse aqui, somando nos meus projetos assim como eu somo nos dele, mas a importância que tem Rifaina e região de Ribeirão Preto/Alta Moginana para esse Homem, é algo que você certamente desconhece.

Para conhecer e aprender: Difusão cultural sim! Sustentabilidade sim! Dividir informação é fortalecer população sim! Imediatismo é peneira em sol de 40°.

DOSSIÊ ENCANTA VALE

ENTREVISTA ERNANI BARALDI PARA REVISTA OUNÃO DE SÃO PAULO

Ounão no Encanta Vale 2011 from revista ounão on Vimeo.

Cobertura Ounão Encanta Vale 2011 parte 3 from revista ounão on Vimeo.

Encanta Vale 2011 parte 2 from revista ounão on Vimeo.

Vídeo campanha Ounão no Catarse.me from revista ounão on Vimeo.

“Lucilia – Rosa Vermelha”

Lançamento dia 20 em Sacramento.

 

“Lucilia – Rosa Vermelha” é o título da biografia da pioneira do feminismo em Uberaba e de uma das 17 primeiras vereadoras de Minas Gerais, eleita aos 35 anos, em 1947, em Campo Florido, no Triângulo Mineiro. Ela pertencia ao PSD (Partido Social Democrático), embora fosse ligada ao então clandestino PCB (Partido Comunista do Brasil) desde os 18 anos. Lucilia Soares Rosa nasceu em Uberaba (MG), em 1912, filha do alfaiate Calisto Rosa e sobrinha do professor e agrimensor Alexandre Barbosa, católicos até a adolescência, ambos tornaram-se anticlericais e anarquistas. Eles exerceram importante influência sobre ela. Seu avô materno, José Severino Soares, o “Juca” Severino, foi respeitável fotógrafo no Brasil Central, entre 1860 a 1917.

PROJETO VITROLA SUNSET

Projeto Vitrola
Release

Trata-se de uma proposta de intervenção músico cultural e pesquisa-ação continuada, de modo apresentar ao público colecionadores, produtores musicais e apreciadores do vinil. Esta reunião terá como protagonista o bom e velho DISCO DE VINIL.

O Projeto consiste em, principalmente, fortalecer atividades culturais no Parque Náutico de Jaguara, bem como a consciência ambiental. Seu OBJETIVO é promover ação sociocultural, turismo sustentável e difusão do trabalho independente dos diversos artistas envolvidos , ampliando o fazer cultural e despertando o espírito da coletividade comunitária e troca de experiências com os turistas.

Além da discotecagem focada nos garimpos, o PROJETO VITROLA pretende fomentar outras vertentes artístico-culturais durante seu fortalecimento, entre elas estão: Museu de rua, exibição de curta metragem e ações de educação ambiental.

“Acredito que ações assim, simples, na sua natural essência de amizade e companheirismo contribuirão – e muito – para o intercambio cultural e educação musical para os membros da comunidade e turistas em geral.”  Ernani Baraldi

Cardápio Musical
Jazz, Soul & Funk, Afrobeat, Dub, Brasilidades entre outros gêneros.

Janeiro Sessions

dia 14/01 das 16 às 21 Horas) na praia no Hotel Jaguara

Apoio Cultural
Parque Náutico de Jaguara | Fotógrafo Urbano  | Rifaina.org


JAGUARA SUNSET – SUN RAYS 30/12

Na astronomia, solstício (do latim sol + sistere, que não se mexe) é o momento em que o Sol, durante seu movimento aparente na esfera celeste, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador. Os solstícios ocorrem duas vezes por ano: em dezembro e em junho. O dia e hora exatos variam de um ano para outro. Quando ocorre no verão significa que a duração do dia é a mais longa do ano. Analogamente, quando ocorre no inverno, significa que a duração da noite é a mais longa do ano.

Festas das mitologias persa e hindu referenciavam as divindades de Mitra como um símbolo do “Sol Vencedor”, marcada pelo solstício de inverno. A cultura do império romano incorporou a comemoração dessa divindade através do Sol Invictus. Com o fortalecimento das religiões pagãs, a data em que se comemoravam as festas do “Sol Vencedor” passaram a referenciar o Natal.

Aproveitando esta mística, convidamos VOCÊ que anda clicando C U R T I R em fotos, vídeos e publicações a C O M P A R T I L H A R momentos de descontração junto à diversidade Ambiental, Musical e Artística que o Parque Náutico de Jaguara oferece. O próximo “JAGUARA SUNSET – SUN RAYS” acontece dia 30/12 das 15 às 21 Horas. Discotecagem de Ernani Baraldi (Soul, Jaz, Funk, Afrobeat, House e Brasilidades)

Imagine toda essa boa vibração, o novo ciclo, novos sonhos e conquistas na compania de pessoas do bem, com boa música, cerveja gelada, gente bonita e toda a energia positiva as margens do Lago, na praia do Hotel Jaguara. Paz de espirito com certeza, afinal não são momentos assim que almejamos?

Calejando – Trailer

Um documentário por Beatriz Bulla, Bruno Guerrero, Guilherme Assen e Jessica Grant.

Todos os sábados, centenas de pessoas passam pela Escola Estadual Prof. Antonio Alves Cruz. Elas vão assistir, tocar e cantar na Oficina Aberta de maracatu do projeto Calo na Mão. A cultura tradicional pernambucana chegou até São Paulo para ser o ritmo das
alfaias, agbês e gonguês que reinventam essa escola e difundem a história do maracatu de baque virado a mais de 2.000 km de Recife.

Calejando – Trailer from Bruno Guerrero on Vimeo.

Calejando acompanha os alunos que participaram de duas outras oficinas do projeto: a de Construção de Instrumentos e a de Introdução ao Maracatu. Enquanto eles aprendem essa cultura secular, a equipe aprende a filmar seu primeiro documentário.

PLURALIDADE CULTURAL

Afim de reavivar os bons tempos e as boas músicas, os músicos Rafael Maciel e Camila Rocha emplacaram na onda underground e estão reativando um role que, diga-se de passagem, muitos Sacramentanos e turistas irão curtir, já que se tratando de boa música, opções alternativas e plurais já tomam conta do centro de muitas cidades. A pluralidade Cultural é um tema transversal e até proposto no Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN/MEC).

O desafio da pluralidade Cultural é respeitar os diferentes grupos e culturas que compõe o mosaico étnico local, brasileiro e mundial, incentivando o convívio dos diversos grupos e fazer dessa característica um fato de enriquecimento cultural, por isso acho a idéia do Rafa e da Camila muito original, todas as culturas humanas criaram modos de viver coletivamente, de organizar sua vida política, de se relacionar com o meio ambiente, de trabalhar, distribuir e trocar riquezas que produzem. Mais ainda, todos os povos desenvolveram linguagens, manifestações artísticas e religiosas, mitologias, valores morais, vestuários e moradias.

Assim, a pluralidade cultural indica, antes de tudo, um acúmulo de experiências humanas que é patrimônio de todos nós, pois pode enriquecer nossa vida ao nos ensinar diferentes maneiras de existir socialmente e de criar o futuro. Por este motivo, essa iniciativa trará para a cidade um novo ponto de encontro da diversidade cultural, tanto para quem vive em Sacramento, quanto para aqueles que estudam fora e claro, de muitos turistas, já que a cidade tem um riquíssimo potencial turístico e de um povo sem igual, carismático e acolhedor.

Parabéns, PLURALIDADE CULTURAL E COLETIVIDADE SEMPRE!

TEASER FUZUÊ A FESTA

 

 

4/12/2011
Rua Faustolo – Lapa – São Paulo!

Vem que tem!
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Jordana Schiavini
Lucas Laganaro
Marilia Campos
Pamela Maciel
Preta Vani

Trilha: Não Dê Desgosto – Alessandra Leão

Direção: Guilherme Fill, Lucas Laganaro, Pamela Maciel.