EVENTO DISCUTIU CROWDFOUNDING E CROWDSOURCE NO ANTIGO “SERTÃO DA FARINHA PODRE” EM TEMPOS DE CULTURA DIGITAL

A Quinta edição do Festival Encanta Vale aconteceu no fim de semana. Evento reuniu ativistas, pensadores, artistas e gestores públicos.

Nos dias 1 e 2 de junho aconteceu uma grande ação de artes integradas na região de Rifaina/SP. Trata-se do Festival Encanta Vale que tem a proposta de inserir novas linguagens culturais no Vale do Rio Grande. O Festival é uma miscelânea que promove o encontro de diversos artistas da cena independente. O projeto é idealizado desde 2009 pelo fotógrafo e produtor cultural Rifainense, Ernani Baraldi.

 Como de costume, Baraldi  quebrou paradigmas no Vale, encantando e se comprometendo em executar um projeto com premissas e tendências de vanguarda, valorizando a diversidade,  promovendo intercâmbio  cultural, protagonismo coletivo e a visibilidade do fazer cultural destes coletivos de artistas que se encontram fora da mídia e dos espaços formais da grande produção cultural, apresentando uma visão crítica e ao mesmo tempo sensível do momento social de criadores e criaturas.

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“este é o objetivo maior, senão, para que lutar com um ideal, só para dizer, sou produtor? NÃO, sei que não posso mudar o mundo, mas levantarei a bandeira de idealismo para primeiro influenciar, e assim, mesmo não sendo eu o executor de outros projetos – digamos, copiados – ainda estarei muito feliz, pois o que estamos fazendo esta refletindo, e quem ganha é a comunidade, em especial, as crianças, afinal nelas está o futuro.” completa

O projeto esta integrado à Rede Brasil e ao Circuito Paulista de Festivais Independentes do Circuito Fora do Eixo, contou com apoio do Parque Náutico de Jaguara através da lei de incentivo cultural (Rouanet) do Ministério da Cultura o que dá ao Encanta Vale consolidação plena.

A programação contou com quarto atrações Francanas, entre elas a Banda Clube dos Bagres e Magma Safari. Intervenção teatral com o monólogo Inhô Prosa e, ainda, discotecagem do Coletivo Luz Azul.

Já de São Paulo, o Festival recebeu os grupos OmoAbayá, Acabocaria e  discotecagem dos coletivos Prato do Dia e Ferro na Boneca. Ainda na grade, aconteceu no domingo uma Jornada Fotografica, imersão que busca sensiblizar os participantes à salvaguarda dos patrimônios naturais, materiais e imateriais. E, também a II Mostra de Curtas, II Prêmio Jaguara de Fotografia, vivencia holística do sincronário da paz no Templo Piramidal, oficina de stencil, exposições de produtos da rede Brota Cerrado e do Empório Lamiró.

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Duas mesas de Debates  agregaram valor ao festival, uma coordenada pelo prefeito Municipal de Sacramento – Bruno Cordeiro discutiu a História Regional e outra, coordenada pela pesquisadora de inovação e tendências de São Paulo, Mariana Nobre debateu Financiamento Cultural Coletivo o Crowdfounding.

“Nesta quinta edição, não deixamos de exercer nosso papel de multiplicadores da “revolução cultural”  estendemos nossos laços, debatemos, dançamos para os orixás, meditamos em um templo piramidal, vimos o pôr-do-sol,  falamos com “pacha mama” e absorvermos todas as camadas mais sensíveis do contato com a natureza, exatamente neste momento de transição, de mitos e bombas, entre Feliciano’s da vida que acham o que fazemos “coisa do diabo”, enquanto o Brasil, este, segue colonizado pela enganação do futebol.”  Desabafa Ernani Baraldi

A cobertura colaborativa, e as transmissões da #postv podem ser assistidas na integra, clique AQUI 

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